Registros do Programa Pedagogia da Imagem do Museu da Imagem e do Som de Campinas

Visite também nosso website pedagogiadaimagem.sites.uol.com.br


domingo, 31 de maio de 2009

Estudando fotografia na Internet

Aprender a fotografar não é apenas descobrir como fazer os ajustes corretos na câmera fotográfica. É preciso descobrir como olhar de maneira diferente para as coisas cotidianas.

Observar o trabalho de grandes fotógrafos é uma maneira de ampliar nosso repertório visual, despertando para as questões instigantes que os artistas nos propõem, ao explorar os limites da técnica e da linguagem na expressão de sua visão de mundo.

Confiram sites interessantes:

http://www.allposters.com/-st/Photographer-Posters_c1943_.htm
(para navegar livremente e conhecer trabalhos de fotógrafos e artistas plásticos)

http://www.elrollo.com.ar
(fotógrafos latinoamericanos)

http://www.confoto.art.br
(confederação brasileira de fotografia)

http://www.miniweb.com.br/artes/artigos/imagem_do_brasil.html
(um pouco da história da fotografia no Brasil)

http://www.girafamania.com.br/montagem/fotografo-sebastiao-salgado.html
(para conhecer um pouco o trabalho de Sebastião Salgado)

http://educacao.uol.com.br/biografias/ult1789u410.jhtm
(biografia de Sebastião Salgado)

http://www.photosynt.net/ano2/palco&pop_up.htm
(revista eletrônica dedicada à fotografia, com trabalho de vários fotógrafos)

http://www.fodors.com/travel-photography/
(dicas de fotografia de viagens - em Inglês)

http://viewfinder.english-heritage.org.uk/
(fotos históricas da Inglaterra - em Inglês)

http://www.eba.ufmg.br/cfalieri/index.html
(Manual prático de fotografia pin-hole)

http://wwwbr.kodak.com/BR/pt/consumer/fotografia_digital_classica/para_uma_boa_foto/para_uma_boa_foto.shtml?primeiro=1
(Site da Kodak, com dicas muito interessantes para tirar boas fotos)


O Professor Alberto Nasiasene também compartilhou conosco alguns dos links mais interessantes que encontrou na Internet, não só de fotografia, mas de artes plásticas também:

Este site possui um amplo acervo de arte mais antiga e é uma boa fonte para estudar a obra completa de vários pintores que são clássicos para a história da arte:
http://www.wga.hu/index.html

A galeria da Olga é mais acessível a pintores mais recentes do que a galeria acima:
http://www.abcgallery.com/index.html

É possível ter acesso a fotos antigas nos EUA e a certos fotógrafos clássicos na história americana do norte a partir do site da Biblioteca do Congresso (a maior do mundo):
http://www.loc.gov/index.html

As fotos sobre a Guerra Civil americana são um dos pontos altos do site:
http://www.loc.gov/search/civilwar.html

As fotos propriamente ditas:
http://lcweb2.loc.gov/pp/cwphtml/cwpabt.html

É só clicar e ir explorando os links:
http://lcweb2.loc.gov/pp/cwphtml/cwpabt.html

Galeria de fotos do Congresso dos EUA no Flikcr:
http://www.flickr.com/photos/Library_of_Congress

A biblioteca virtual da Unesco:
http://www.wdl.org/pt/

Fotógrafos:
http://www.caciomurilo.com.br/cacio_murilo.jsp
http://www.chicoalbuquerque.com.br/
http://www.araquem.com.br/
http://www.sebastianrojas.com/
http://www.fotografiadocumental.com.br/

O programa O Mundo da Fotografia, episódios Flávio Damm e Leonardo Crescenti:
http://www.youtube.com/watch?v=_y_4sTu5rs4
http://www.youtube.com/watch?v=FJmX-wBzATY&feature=related

Fotoblogs do UOL. Alguns deles são muito criativos inspiradores:
http://adelmosantos.nafoto.net/index.html
http://leiluka.fotoblog.uol.com.br/
http://paulolimaphoto.fotoblog.uol.com.br/
http://psnl.fotoblog.uol.com.br/
http://olhandobrasilia.nafoto.net/index.html

É isso aí, pessoal!
A Internet é uma fonte de pesquisa incrível. Compartilhem conosco os sites de fotografia que mais gostam de visitar.

Abraços,

Juliana

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Dica: Trabalhando os direitos das crianças e adolescentes

O INDICA (Instituto dos Direitos da Criança e do Adolescente) produziu uma série de vídeos com a participação de crianças e jovens em situação de risco, cegos, com Sindrome de Down e cadeirante. A metodologia adotada nos vídeos incluiu a utilização de técnicas circenses, palhaços, mamulengos, dança, música e teatro. As letras das músicas que acompanham os vídeos são um incentivo para a reflexão para os temas de diversidade e que podem ser aprendidas e utilizadas em atividades dentro de sala de aula.

Vale a pena conferir no site: http://mundobem-me-quer.blip.tv

Ficha Técnica: Todo Tipo de Gente Direção, roteiros, textos e direção de arte: Eliana Carneiro Direção musical, composição e arranjos: Jorge Brasil Letras: Eliana Carneiro Cantores: Jorge Brasil, Ismael Fonte, Naira Carneiro e Isa Flor Direção de fotografia e câmera: Dizo Dal Moro e Shirley Farias Edição: SMV edição de imagem Gravação e finalização: Victor Z - Studio Uns aos Outros Produção: ManaKa Produções e Indica Apoio: SMV edição de imagem e TV Mais Realização: INDICA - Instituto dos Direitos da Criança e do Adolescente Patrocínio: Inter-American Foudation.

Assista agora "O que é felicidade?"



terça-feira, 26 de maio de 2009

Reflexões na VII Semana dos Museus em Campinas


Os educadores lotaram a sala Imagens de um sonho, no MIS.

No dia 21 de maio, fizemos uma programação especial no curso Pedagogia da Imagem, abrindo-o a todos os interessados, para marcar a Semana dos Museus em Campinas.

Nossa programação teve uma dinâmica um pouco diferente e incluiu a apresentação da pesquisa de mestrado Quem educará os educadores?, que defendi na Escola de Comunicações e Artes da USP no dia 6 deste mês, com um debate, e o lançamento de dois vídeos, ocurta-metragem Recantos, sobre o projeto que desenvolvemos em parceria com a EMEI Recanto da Alegria, e o média-metragem do prof. Alberto Nasiasene, Plantando o Saber.

Minha fala dialogou com a Semana dos Museus e, portanto, propôs uma reflexão sobre o papel dos museus na nossa cidade e, de uma maneira mais ampla, o papel das instituições públicas, o papel das instituições educativas e a questão da formação dos educadores para os desafios que temos que enfrentar. Abaixo, reproduzo a parte inicial da apresentação.

Sobre a Semana dos Museus, não sei se vocês têm acompanhado os debates que foram levantados nos jornais. O Correio Popular publicou na terça-feira, dia 19, uma reportagem no caderno cidades, intitulada “Descaso afeta museus de Campinas”. Sobre as condições dos museus eu não devo me pronunciar. O que me parece interessante é que finalmente a Semana dos Museus trouxe a oportunidade para a sociedade despertar para a existência dos museus. E creio que muitos pararam para se perguntar: diante do quadro de precariedade que foi exposto pela reportagem, os museus são relevantes na nossa cidade? Diante dos grandes desafios que a cidade tem, essa instituição é necessária? Ela tem um papel a cumprir? Ou ela tem uma importância secundária? Justifica-se o investimento público nessa instituição? E, principalmente, nós, que somos funcionários dos museus, temos nos feito essas perguntas?

Eu posso falar apenas a partir de onde estou. Pessoalmente, eu me faço essas perguntas desde o dia em que comecei a trabalhar aqui, em novembro de 2004. E, felizmente, tenho encontrado espaço para discutir essas questões com os colegas que se dispõem a fazer esse exercício coletivo. E é assim que temos pensado conjuntamente o Museu da Imagem e do Som e, dentro das condições que nos são dadas, reavaliado nossas ações, propondo outras, buscando fazer a leitura desse cenário complexo, tanto do museu quanto da cidade.

Discutir a relevância do museu na cidade implica justamente fazer esse exercício: que cidade é essa? Que museu é esse? Como o museu vai atender às necessidades da sociedade? (E não o contrário.) Também pelos jornais e telejornais, podemos ter alguma noção dos desafios que a cidade precisa encarar. Os temas mais recentes e frequentes que me vêm agora à mente são: criminalidade, violência, exploração e abusos de todos os tipos contra crianças e adolescentes (foi noticiado que esse problema aqui é mais frequente que a média nacional), tráfico de drogas, a pichação dos monumentos e das propriedades, ocupações irregulares de terras (que a imprensa insiste em qualificar como invasões), aliciamento de trabalhadores de outras regiões do país, que são alojados nas piores condições, desrespeito ao meio ambiente e já na região metropolitana, até mesmo desabastecimento de água, penalizando populações inteiras. Há também o frequente questionamento dos problemas relacionados à qualidade das escolas, o vandalismo nas escolas e assim por diante. Os amargos remédios que têm sido apontados como panacéia para esses males, além de se provarem inócuos, atacam os efeitos e não as origens do problema: mais policiamento, mais cadeia, redução da maioridade penal, vigilância privada, vigilância pública e monitoramento por câmeras, inclusive nas escolas, repressão... mais violência! Discutir a abordagem que a mídia faz desses temas não é o meu foco aqui. Quero tentar tecer um painel daquilo que vemos todo os dias na TV e nos jornais.

A fragmentação que a mídia faz dessas questões, como se elas não estivessem relacionadas, muitas vezes nos impede de perceber que se trata de um problema crônico em Campinas, uma cidade que está no imaginário de todos como uma cidade rica, pujante, a cidade dos barões do café, a cidade de Carlos Gomes, das universidades, dos pólos de alta tecnologia, de Viracopos, de grandes negócios... Em outras palavras, uma cidade de grande expressão econômica, cultural, intelectual.

Mas todos nós sabemos que Campinas são duas. Desde os anos 50, quando o crescimento foi se acelerando, a cidade foi atraindo uma população de várias partes do país, que buscava melhores oportunidades de vida. A primeira cidade oferecia trabalho, mas não enfrentou satisfatoriamente a questão de como integrar esses trabalhadores adequadamente na sua malha de serviços urbanos. E assim é que foi surgindo a segunda cidade, a cidade além da Anhanguera. A cidade para onde foram aqueles que não encontraram brechas na Campinas de cá. A cidade invisível, que não povoa o imaginário coletivo dos grandes símbolos de poder. A cidade que se auto-organiza no caos, a cidade que não cabe em definições. A cidade que se tornou maior que a primeira, e ameaça sua ordem e sua lógica. A cidade que não pode ser mais ignorada. Chamá-la de periferia é um contra-senso. Talvez ela tenha se tornado mais real que a primeira Campinas. A Campinas do Centro, dos monumentos, da Estação, do casarão, do palácio, dos edifícios tombados, talvez seja apenas uma Campinas sonhada. Um sonho antigo, do qual um dia acordamos e nos demos conta de que não pertence mais a nós.

Abro aqui um parênteses para dizer que, felizmente, isso não significa que precisemos derrubar o patrimônio histórico, uma vez que os sentidos de que inicialmente eles eram revestidos não cabem mais. Ao contrário: os símbolos têm grande força porque seus significados não são fixos, congelados. A Campinas do Centro e seus monumentos irão manter-se vivos enquanto forem capazes de se ressignificar, enquanto pudermos compreendê-los como elementos de uma linguagem dinâmica, através da qual escrevemos e reescrevemos a história coletiva.

Esse é o nosso desafio: o desafio de todos os cidadãos e principalmente de nós, creio que a grande maioria aqui presente é de servidores públicos. Nosso desafio não é a violência, a pichação, o tráfico de drogas. O desafio concreto é construir a justiça social, na cidade real. Não apenas a inclusão social (a inclusão do trabalhador como cidadão de segunda classe): a justiça social. E um desafio que não é só material: econômico, de moradia, de saneamento, de posto de saúde, de alimentação. É também tudo isso. Mas, para nós que trabalhamos com educação e cultura, é um desafio simbólico também. Um desafio que é o da recriação – coletiva – do imaginário dessa cidade. Um imaginário contemporâneo, plural, híbrido. Que se construa participativamente, a partir da contribuição também dos migrantes, dos filhos, netos dos migrantes. Um diálogo cultural, que na sociedade contemporânea já não se pode fazer à margem das tecnologias da comunicação, das redes virtuais, do audiovisual. Um diálogo que desoculte essa grande Campinas real, que está encoberta por um imaginário mofado, assim como as ervas daninhas, a poeira e as teias de aranha encobrem um casarão abandonado. Quando nós enfrentarmos esse problema simbólico, estaremos preparados para enfrentar os demais. Esse desafio é o de, sem negar a história, sem perder a memória, integrar novos elementos na discussão e na produção de uma nova identidade coletiva. Ou, talvez, de novas identidades.

Aqui, dentro do museu, esse desafio se traduz de inúmeras maneiras. Para mim, é visível como o nosso acervo colabora para a criação do imaginário: da nossa coleção fotográfica e de vídeos sai grande parte das imagens que são utilizadas quando se quer contar a história de Campinas. Pluralizar esse acervo é fundamental. Não apenas tornando-o conhecido e acessível à população. Pluralizar nosso espaço, a nossa programação. Para nós é importante também compartilhar com os cidadãos os saberes sobre a produção deste acervo: como os diferentes grupos sociais poderão produzir as suas imagens, como e onde poderão criar espaços para projetá-las, fazê-las discutidas. E a resposta, certamente provisória, que temos formulado, é o Programa Pedagogia da Imagem, cujo objetivo é o de promover a apropriação crítica e dialógica das linguagens e das tecnologias da comunicação e da informação pelos cidadãos. Particularmente, penso que um programa urgente é o de recontarmos a história dessa cidade, tecendo a memória dos bairros e das comunidades, junto com as pessoas que ergueram essa segunda Campinas. Nosso papel é o de mediadores desse processo: o de fornecer a nossa proficiência técnica e de linguagem para, solidariamente, construir e projetar com elas (e não por elas ou para elas) um novo discurso histórico. Será que essa proposta do museu pode ser incorporada e recriada pelos diferentes agentes educativos, dentro ou fora da estrutura escolar, num efeito multiplicador que a nossa reduzida equipe museológica não teria condições de alcançar?

Como estou falando para o público de educadores, e o foco principal da discussão é a sua formação continuada, o que temos que nos perguntar é: os educadores e educadoras estão também preparados para enfrentar esses desafios? Como estão fazendo a leitura desse cenário? Essa questão é importante ser bem compreendida porque aqueles problemas que eu mencionei no começo não ficam de fora do ambiente escolar. Eles entram na sala de aula e se manifestam como desinteresse, na forma de conflitos, na forma do baixo rendimento, nas desistências... enfim, no ciclo vicioso da exclusão. No fundo, é uma falta de identidade entre o sujeito e as instituições e as suas propostas. Mas que não é entendida assim, e normalmente a conta vai para o professor e a professora: são os docentes que são vistos como desinteressados, ou despreparados, ou incompetentes para lidar com essa situação.

De fato, há alguns desafios novos, especialmente na área da tecnologia, mas não apenas, também na área social e na área ambiental, que se colocam aos educadores e os fazem repensar a sua identidade profissional. Mas não creio que o discurso da culpabilização dos professores esteja correto, embora seja a saída mais fácil. Como é que a formação continuada, na área da cultura e da tecnologia, pode ajudar a entender e enfrentar essa situação?

Esse foi o problema básico que me motivou a desenvolver a pesquisa de Mestrado Quem educará os educadores? Saber os limites e as possibilidades da formação continuada para a incorporação das linguagens e tecnologias no trabalho pedagógico, dentro dessa perspectiva cultural e dialógica que propomos.


Batata e o professor Alberto Nasiasene, que lançou o vídeo Plantando o Saber.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Pedagogia da Imagem reconhecida pelo MinC

É com muita alegria que informamos que o Programa Pedagogia da Imagem, do Museu da Imagem e do Som de Campinas, recebeu a Menção Honrosa do Prêmio Darcy Ribeiro, do Ministério da Cultura, pelos trabalhos desenvolvidos.

O Prêmio Darcy Ribeiro tem por objetivo incentivar e premiar as práticas relacionadas a ação educativa em museus.

Projetos de todo o país foram avaliados nos dias 13 e 14 de abril, em Brasília, por uma comissão formada por museólogos e técnicos do Ibram/MinC, que consideraram critérios como a clareza no objetivo do projeto quanto à ação educativa, impacto local, descentralização dos recursos, levando em consideração a diversidade regional do país; efeito multiplicador e adesão do museu ao Cadastro Nacional de Museus e Sistema Brasileira de Museus.

Nosso projeto está entre os oito mais bem pontuados e será publicado em revista a ser editada pelo Departamento de Museus e Centros Culturais do MinC.

Obrigada a todos que nos ajudam a construir este projeto. Vocês são parte essencial deste reconhecimento.

Para conferir a notícia na íntegra, veja o site do MinC: http://www.cultura.gov.br/site/2009/01/14/premio-darcy-ribeiro-2/

Um abraço,

Juliana Siqueira

Oficinas populares de fotografia digital

As oficinas populares de fotografia digital constituem uma oportunidade de refletir e transformar a maneira como as pessoas se relacionam e veem a sua realidade. O vídeo Recantos propõe essa discussão a partir do relato da experiência desenvolvida em parceria entre o MIS e a EMEI Recanto da Alegria no ano de 2008. Assista agora (duração 10 min, taxa de bits: 105 kbps).

video

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Desocultando outras Campinas

A oficina de fotografia digital para multiplicadores tem contribuído para os participantes conhecerem melhor a região Noroeste de Campinas. Abaixo, uma foto realizada na última quarta-feira, dia 13 de maio, durante o passeio fotográfico pelo bairro São Luís, quase na divisa com Monte-Mor.

Mais adiante, na divisa entre os dois municípios, testemunhamos o desrespeito com o meio ambiente. A poucos metros do Rio Capivari, uma cerâmica despeja sobras de produção em um terreno, a céu aberto.

Programação especial: Semana dos Museus

O Museu da Imagem e do Som de Campinas convida para a programação especial da Semana dos Museus. Faremos uma sessão aberta do curso Pedagogia da Imagem a todos os interessados.

Eis a programação:

Dia 21 de maio, quinta-feira, às 14 horas.

  • 14h - "Quem educará os educadores? A Educomunicação e a formação de docentes em serviço" - Juliana Siqueira
    Apresentação dos resultados da pesquisa realizada no período 2006-2009 junto ao Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da ECA-USP.
  • 14h30 - Debate
  • 15h - Lançamento de vídeos produzidos a partir do programa Pedagogia da Imagem:
    . "Recantos". Dir: Juliana Siqueira, duração: 10 min.
    . "Plantando o saber". Dir: Alberto Nasiasene, duração: 25 min.
  • 15h40 - Debate
O evento é gratuito. Não é necessário inscrever-se previamente. Basta comparecer ao local. Todos os interessados são bem-vindos!
Local: Sala Imagens de Um Sonho
Museu da Imagem e do Som de Campinas
Rua Regente Feijó, 859, Centro - Campinas, SP(Palácio dos Azulejos)
Fone: (19) 3733-8800

Pedagogia da Imagem na USP


Terça-feira, dia 19 de maio, às 14h, estarei na ECA-USP a convite do Prof. Dr. Ismar de Oliveira Soares, para debater com os alunos da disciplina de pós-graduação "Educomunicação" a pesquisa realizada entre 2006 e 2009, intitulada "Quem educará os educadores? A Educomunicação e a formação de docentes em serviço".

A investigação foi desenvolvida durante o mestrado em Ciências da Comunicação, defendido no último dia 6 de maio, sob orientação do Prof. Dr. Adilson Odair Citelli. Participaram da banca, além do orientador, o Prof. Ismar de Oliveira Sorares e a Profa. Dra. Corinta Grisolia Geraldi.

Em breve, a ECA-USP disponibilizará a versão digital da dissertação em seu site. Para os interessados, é possível obter uma cópia em PDF, enviando solicitação ao e-mail pedagogiadaimagem@uol.com.br.

Os arquivos de foto e vídeo gerados durante a pesquisa de campo também estão à disposição dos interessados no Museu da Imagem e do Som de Campinas. Contato: (19) 3733-8800. Rua Regente Feijó, 859, Centro - Campinas, SP CEP 13013-051.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Para começo de conversa

Estou inaugurando este blog com a intenção de alimentá-lo com o relato dinâmico das atividades do Programa Pedagogia da Imagem, do Museu da Imagem e do Som de Campinas, MIS.

Para os que não o conhecem, trata-se de um programa educativo destinado a promover a apropriação crítica e dialógica das linguagens e tecnologias da comunicação, em especial o audiovisual.

Neste momento, estão sendo realizadas as seguintes atividades:
. Programa de formação continuada de educadores e educadores populares (duração anual);
. Oficina de fotografia digital para multiplicadores (curta duração);
. Oficina popular de vídeo digital (curta duração);
. Memória, Mídia e Educação Infantil: memórias da infância (parceria com a EMEI Recanto da Alegria);
. Acompanhamento e assistência de projetos desenvolvidos em escolas parceiras.

Espero que este espaço seja mais que uma maneira de relatar e registrar as experiências desenvolvidas coletivamente no MIS e se converta em uma oportunidade de intercâmbio entre pessoas interessada em audiovisual e na democratização da comunicação.

Abraços!